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ARTIGO

Pliometria – Quando e Como Prescrever (Parte 2/2)

RFD Nº06

PLIOMETRIA – QUANDO E COMO PRESCREVER (PARTE 2/2)

Emanuel Martins, Dora Janela

Fisioterapeutas – Lisboa

RESUMO

A prática desportiva exige ao atleta a produção de níveis elevados de força, frequentemente num curto espaço de tempo – potência. Uma ferramenta para preparar o atleta para esta necessidade ao longo do processo de reabilitação é a pliometria. No artigo anterior focámo-nos na introdução do conceito de pliometria e nos seus fundamentos teóricos, de forma a estabelecer uma base de conhecimento.
O presente artigo tem como objetivo facilitar a transferência do conhecimento para a prática clínica (a sua operacionalização). Nesta edição apresentamos um modelo de prescrição e progressão da pliometria através de um contínuo que poderá servir como base de raciocínio para a sua implementação na prática clínica dos fisioterapeutas em contexto de reabilitação.

PALAVRAS-CHAVE / KEYWORDS

Fisioterapia, reabilitação, retorno ao desporto, necessidades físicas, força, potência, pliometria, exercícios pliométricos, ciclo alongamento-encurtamento
Physiotherapy, rehabilitation, return to sport, physical qualities, strength, power, plyometrics, plyometric exercises, stretch-shortening cycle

SUMMARY

Sports practice demands for high levels of force production, often developed in a short period of time – power. Plyometrics may be used as a tool to prepare athletes for this physical demands throughout the rehabilitation process. In the previous paper we focused on the introduction of the plyometric concept and its theoretical foundations in order to establish a basis of knowledge.
This paper aims to assist the use of this knowledge into clinical practice (i.e. operationalization of knowledge). In this edition we present a framework for reasoning about plyometrics prescription and progression in a continuum to support its implementation on the physiotherapists’ clinical practice in the rehabilitation context.

CONTEXTUALIZAÇÃO

O fisioterapeuta integra na sua intervenção, em contexto de prática clínica, diversas estratégias de atuação. Esta deverá sempre ajustar-se às diferentes pessoas e contextos, pelo que é crucial definir de forma clara os objetivos que se pretendem atingir para posteriormente delinear as estratégias a utilizar.

Para isso, é fulcral ter um conhecimento sólido dos conceitos e fundamentos teóricos por de trás de cada uma destas estratégias, com especial atenção nos mecanismos de ação e efeitos subsequentes. Este conhecimento permite, não só selecionar e manipular as diferentes variáveis de acordo com a especificidade de cada contexto e necessidades individuais, mas também garantir maior segurança na sua implementação (nunca esquecendo o papel basilar da evidência científica para a seleção das estratégias a utilizar e fundamentação da nossa prática).

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